Eu bem que tentei participar desse evento, especialmente como voluntário, mas não deu muito certo. Parecia uma boa idéia investir meu tempo e energia em um evento legal como esse, mas minhas solicitações não tiveram qualquer resposta.
De qualquer forma, por que não prestigiar o evento pelo streaming? Espero que todos possam aproveitar a transmissão.
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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Social Media Guru
Milhares de profissionais de comunicação, marketing, web, entre tantas outras áreas, estão por aí vendendo a idéia de que são os gurus das mídias sociais. Você já deve ter parado para ler as bio tags de alguns caras no Twitter e se deparado com algo como: "apaixonado por social media", "estudioso das mídias-sociais" etc. Virou moda, é hype, e todo mundo quer um pedaço dessa onda.
Sim, social media é realmente o buzz do momento e existem profissionais bastante experientes no mercado, mas a maioria apenas tenta alcançar o status de líder de opinião para fazer algum trocado no meio ou juntar uma horda de seguidores.
A conclusão a que alguns chegaram até o momento é que as mídias sociais são um troço tão novo que é realmente difícil encontrar um cara que possa ser chamado de guru ou expert. Como em todo negócio, existem líderes de opinião, mas este grupo também pode ser dividido entre aqueles que "fazem", outros que apenas "pensam" ou "estudam" e o último grupo que finge que faz, pensa ou estuda alguma coisa, para não ficar de fora.
Quando você for procurar alguém que seja do ramo para desenvolver algum trabalho para você, preste atenção no que o cara já fez, os trabalhos que desenvolveu antes e os resultados que apresentou. Ou, como o vídeo abaixo diz, ele vai te enrolar o tempo suficiente para apenas conseguir fugir com o seu dinheiro... o que, na verdade, é uma piada, mas já faz parte do estigma criado para o novo profissional.
As social media ainda vivem uma fase de empreendedorismo, sem fórmulas, onde muita gente ainda está experimentando, tendo sucesso e fracassando também... especialmente este último. Toda essa experiência é muito benéfica e deve se consolidar melhor com o tempo, apesar de toda a dinâmica da rede.
Se eu posso dar um conselho sobre o tema, de alguém que não tem nada de guru, digo para você observar a dinâmica das interações sociais no meio digital, mais do que as ferramentas em si, e resgatar todas aquelas aulas de sociologia e antropologia que você pensava que não serviriam para nada, mas sempre tiveram sua razão de ser.
Quando eu estudava RP na faculdade, era muito comum ver pessoas extremamente descontentes com algumas dessas disciplinas humanas. Mas agora, afinal, pode ser que Lévi-Strauss, Pierre Levy e Malinowski façam a real diferença na sua profissão.
Sim, social media é realmente o buzz do momento e existem profissionais bastante experientes no mercado, mas a maioria apenas tenta alcançar o status de líder de opinião para fazer algum trocado no meio ou juntar uma horda de seguidores.
A conclusão a que alguns chegaram até o momento é que as mídias sociais são um troço tão novo que é realmente difícil encontrar um cara que possa ser chamado de guru ou expert. Como em todo negócio, existem líderes de opinião, mas este grupo também pode ser dividido entre aqueles que "fazem", outros que apenas "pensam" ou "estudam" e o último grupo que finge que faz, pensa ou estuda alguma coisa, para não ficar de fora.
Quando você for procurar alguém que seja do ramo para desenvolver algum trabalho para você, preste atenção no que o cara já fez, os trabalhos que desenvolveu antes e os resultados que apresentou. Ou, como o vídeo abaixo diz, ele vai te enrolar o tempo suficiente para apenas conseguir fugir com o seu dinheiro... o que, na verdade, é uma piada, mas já faz parte do estigma criado para o novo profissional.
As social media ainda vivem uma fase de empreendedorismo, sem fórmulas, onde muita gente ainda está experimentando, tendo sucesso e fracassando também... especialmente este último. Toda essa experiência é muito benéfica e deve se consolidar melhor com o tempo, apesar de toda a dinâmica da rede.
Se eu posso dar um conselho sobre o tema, de alguém que não tem nada de guru, digo para você observar a dinâmica das interações sociais no meio digital, mais do que as ferramentas em si, e resgatar todas aquelas aulas de sociologia e antropologia que você pensava que não serviriam para nada, mas sempre tiveram sua razão de ser.
Quando eu estudava RP na faculdade, era muito comum ver pessoas extremamente descontentes com algumas dessas disciplinas humanas. Mas agora, afinal, pode ser que Lévi-Strauss, Pierre Levy e Malinowski façam a real diferença na sua profissão.
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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Pitch with me
Eis que trombei com uma idéia que me pareceu simples e extremamente poderosa: Pitch with me!
O site foi construído sobre a plataforma Wordpress, extremamente simples de implementar e tem uma proposta muito colaborativa: compartilhar recursos e fontes para construção de releases.
Eu desconheço um termo que tenha o mesmo significado em português, mas para os que não estão acostumados com o jargão anglo-saxônico para o mercado de comunicação, pitch quer dizer algo como "promover ou vender" e está muito ligado a situações de assessoria de imprensa ou concorrência entre agências.
No caso, estamos falando de vender ou promover um cliente por meio de press releases e media relations (assessoria de imprensa).
A dinâmica é simples: a pessoa preenche um formulário com seus contatos, sua localização, dá uma visão geral sobre o assunto que deseja escrever e o tipo de recursos ou fontes que está procurando.
A idéia parte do princípio de que um release colaborativo, que compartilha diversas fontes e recursos, mesmo entre diferentes empresas, pode ser mais poderoso para gerar pautas, chamar a atenção dos jornalistas e ajudá-los a ganhar tempo.
Você acha que uma coisa dessas funciona aqui no Brasil? Aparentemente, a iniciativa está sendo muito elogiada e é apontada como uma tendência dentro das assessorias lá de fora.
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segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Social Media
Pois é, as mídias sociais explodiram nos últimos tempos e continuam mudando a forma de se comunicar por meios digitais.

Em 2007, eu já tinha uma conta no Twitter, mas ainda era cedo para entender toda a capacidade da ferramenta. Postei algumas vezes para falar da minha experiência na Itália e depois algumas vezes na Inglaterra. Meses se passaram e o mundo de pessoas que entraram no Twitter aumentou e ajudou a modelar rapidamente a sua função, além de fazer sua fama.
Prova de que não podemos ignorar algumas novidades, mesmo que pareçam malucas ou estranhas no início.

Hoje, estou acabando minha leitura de "Putting the Public back in Public Relations", escrito por Brian Solis e Deirdre Breakenridge. O livro trata do shift que as mídias sociais e web 2.0 estão causando na comunicação, trazendo o poder de volta ao público e levando o mundo de volta a era da conversation e longe do tradicional broadcast de informações praticado por gerações de comunicadores até hoje.
O livro analisa a dinâmica sociológica dentro do ambiente digital e avalia a utilização das novas ferramentas pelo profissional de RP de hoje, dentro desse contexto. Vale a pena ler e refletir sobre o que os autores dizem, antes de tentar utilizar as velhas técnicas de marketing no novo ambiente.
A web 2.0 devolveu o mundo à conversa, uma comunicação com duas ou múltiplas vias. Deixe de lado o pitch e volte a ser humano e engajado nos assuntos que interessam a você e seu mercado.
Os estudos e observações contidos no livro servirão de base para a minha prática profissional, já prevista no meu novo desafio para a agência Maaia Idéias.
A Maaia é a agência de eventos sociais criada por uma grande amiga, que possui larga experiência no mercado de eventos e começa a se colocar de forma independente.
Essa minha incursão serve para não ficar parado, mas não invalida a minha busca por um posicionamento no mercado. É a parte para se trabalhar quando os outros estão dormindo e descansando, porque eu estou longe de querer descansar.
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segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Laboratório digital
De uma coisa eu sei, eu não tenho aquele perfil de empregado que trabalha das 9h às 18h e reza pelo final de semana e longos feriados. E enquanto não arranjo alguém que me contrate, também já estou ficando cansado de não trabalhar.
Assim, estou com duas novas atividades em vista: criar o site da empresa de representação internacional de um tio empreendedor que eu tenho e fazer o planejamento de comunicação online da agência de eventos de uma grande amiga.
Confesso que esse negócio de site não é a coisa que eu mais amo no mundo, apesar de me aventurar em softwares gráficos e linhas de programação. De qualquer forma, não vou entrar nessa para fazer feio nem desperdiçar contatos.
Já a segunda iniciativa é bastante atrativa, tanto por envolver um pequeno negócio altamente empreendor, a Maaia Idéias, quanto por lidar com um planejamento que envolve social media e outras novas buzz words do mundo do marketing e comunicação.
Está todo mundo entrando e aprendendo a lidar com essa novas ferramentas e há quem já se proclame expert, mas diante do que vemos ainda existe um caminho enorme para que alguém diga dominar essas tecnologias. Do ponto de vista técnico é fácil, mas o outro lado social e de interação com as partes conversantes é uma outra longa história que ainda está longe de ser resolvida.
Por essas e outras que encaro o desafio como um laboratório para uso de social media e uma grande oportunidade de posicionamento e viralização da marca da agência. Pode dar certo ou errado, eu estou nessa contando com o risco... só ganho algo se a agência girar o caixa. Ou, corrigindo, ganho experiência, independente de qualquer cliente.
Para o que vem pela frente, recomendo a leitura de Brian Solis e Katie Paine... os dois despontam no estudo e utilização prática das palavrinhas famosinhas. Vale conferir.
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